Economicamente a Lisnave teve um grande impacto na vida dos Almadenses, contrastando com o presente onde esta se encontra encerrada.
A Lisnave sendo uma grande empresa de construção naval, abrigava cerca de 14% da população de Almada, ou seja cerca de 7000 trabalhadores efectivos no ano de 1973.
Este estaleiro Naval encerrou por várias causas, a concorrência de outros estaleiros, e as sucessivas greves e manifestações que houveram...
Com base em alguns livros e sites na internet, podemos apercebemo nos podemos concluir que a Lisnave não se encontra num ponto estratégico, isto é: A Lisnave ao estar no centro de uma cidade não possui outro tipo de empresas de fornecimento de materiais, ou seja, podemos dizer que a Lisnave está isolada de algumas empresas, demorando algum tempo para que os materiais cheguem ao estaleiro, atrasando a reparação dos navios...Um dos problemas da Lisnave era esta não ser auto-sustentável em termos económicos.
A Lisnave após o seu encerramento em 2000, a administração moveu-se para outro estaleiro situado em Setúbal a Setenave, em Setúbal as condições em nível tecnológico eram superiores, e a capacidade das docas eram maiores, devido a estas condições o estabelecimento ainda se encontra em funcionamento.
A segurança na reparação dos navios é neste momento muito superior do que era na altura da Lisnave.
Neste momento a Lisnave não situada em Almada não funciona e não possui qualquer tipo de trabalhadores/funcionários.
Há neste momento alguns projectos em aprovação, nomeadamente o projecto da "Almada Nascente", que visa a criação de um condomínio e uma marina, um lugar de lazer.
A Lisnave sendo uma grande empresa de construção naval, abrigava cerca de 14% da população de Almada, ou seja cerca de 7000 trabalhadores efectivos no ano de 1973.
Este estaleiro Naval encerrou por várias causas, a concorrência de outros estaleiros, e as sucessivas greves e manifestações que houveram...
Com base em alguns livros e sites na internet, podemos apercebemo nos podemos concluir que a Lisnave não se encontra num ponto estratégico, isto é: A Lisnave ao estar no centro de uma cidade não possui outro tipo de empresas de fornecimento de materiais, ou seja, podemos dizer que a Lisnave está isolada de algumas empresas, demorando algum tempo para que os materiais cheguem ao estaleiro, atrasando a reparação dos navios...Um dos problemas da Lisnave era esta não ser auto-sustentável em termos económicos.
A Lisnave após o seu encerramento em 2000, a administração moveu-se para outro estaleiro situado em Setúbal a Setenave, em Setúbal as condições em nível tecnológico eram superiores, e a capacidade das docas eram maiores, devido a estas condições o estabelecimento ainda se encontra em funcionamento.
A segurança na reparação dos navios é neste momento muito superior do que era na altura da Lisnave.
Neste momento a Lisnave não situada em Almada não funciona e não possui qualquer tipo de trabalhadores/funcionários.
Há neste momento alguns projectos em aprovação, nomeadamente o projecto da "Almada Nascente", que visa a criação de um condomínio e uma marina, um lugar de lazer.
A sucessora da Lisnave, a Setenave continua com algumas reparações, segundo o Jornal Expresso.
A Lisnave manteve o volume de atividade em 2012, comparativamente com 2011, tendo reparado 101 navios, de 60 clientes oriundos de 23 países.
A Lisnave manteve o volume de atividade em 2012, comparativamente com 2011, tendo reparado 101 navios, de 60 clientes oriundos de 23 países, o que comprova o resultado do esforço de dinamização da atividade efetuado pelo estaleiro português a nível internacional, revelou a empresa ao Expresso.
O maior fluxo de trabalho foi encomendado por empresas de Singapura, que contrataram a reparação de 22 navios, seguindo-se a Grécia, com 15 navios. Chipre, com dez navios, o Japão com nove, a Dinamarca com sete e a Alemanha com cinco navios foram os países com maior número de reparações efetuadas na Lisnave.
O maior cliente do estaleiro português foi a Unicom Managements Services, de Chipre, que docou sete navios. Seguiram-se as empresas AET Eagle Shipmanagement e a AP Moller - Maersk que entregaram seis navios cada uma para reparação.
Outras reparações importantes também foram feitas em cinco navios da Tsakos Columbia Shipmanagement e da Dampskibsselskabet .
Entre as maiores obras de reparação naval - por categorias de navios -, a Lisnave reparou 66 petroleiros, 12 graneleiros e 10 porta-contentores.
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